quarta-feira, 3 de julho de 2013

Módulo IV Profissão Docente Vídeo-aula 21

Módulo IV - Semana 6 - Vídeo-aula 21
Prof. Silvia Colello

     A complexidade da constituição docente

     A té a década de 70 todo fracasso escolar era culpa do aluno, o professor ensinou e se o aluno não aprendeu, a culpa é dele.
     Nos anos 80 muitos estudos diferenciados modificaram um pouco essa realidade, e o culpado do fracasso escolar não é mais o aluno, o culpado passa a ser o próprio funcionamento da escola e com isso muda a compreensão do papel do professor, mas ainda permanece a lógica de que é o professor que tem que resolver tudo.
     É na competência desse professor que está toda a solução para o problema.
     O professor passa por frustrações quanto ao salário, número de alunos por classe, falta instrumentos pedagógicos para o trabalho, mas também passa por situações de satisfação quando o aluno aprende, que a classe superou algum problema, o ambiente escolar.
     Não é só o conhecimento e a formação desse professor que vale, mas é o conhecer, o viver o dia-a-dia na escola, o refletir sobre tudo isso e lutar por condições melhores de trabalho.


                             

     O relato dos professores mostra o quanto a classe está sofrendo com o abandono, pois sentem-se sozinhos,  tendo que fazer mágicas para que uma classe com mais de 32 alunos aprendam e muitas vezes nessa mesma classe há 2, 3 ou mais alunos com necessidades especiais que também precisam de atenção, os baixos salários, a falta de apoio das famílias, entre tantas outras coisas. E quando alguma coisa não dá certo, o aluno não aprende a culpa é do professor, o professor atual está passando por crises de estresse, como vimos no início da aula o diálogo entre uma professora e um médico,os professores estão adoecendo. Vimos também a pesquisa que mostra que o número de alunos que querem se formar professores estão caindo ano a ano.
     E com tudo isso que foi colocado há professores que conhecem os seus alunos, percebe as suas dificuldades, ouve as suas sugestões, críticas, opiniões e desenvolve um bom trabalho com sua classe, é aquela professora que luta, busca e não desiste, porque ama o seu trabalho e o faz com profissionalismo.

                   


   

Módulo IV Educação especial Vídeo-aula 20

Módulo IV - Semana 5 - Vídeo-aula 20
Prof. Kátia Amorim

     A complexidade no estudo dos processos desenvolvimentais humanos

     O desenvolvimento da criança depende de uma série de fatores, que envolve não só a mãe, mas as relações, a própria família.Pensar o desenvolvimento dentro de um sistema de relações, vendo como que acontece essas relações e como dentro dessas relações a criança se transforma.
     É preciso pensar no desenvolvimento da criança não só dentro do seio da família, mas em relações que vão para a vizinhança, que vão para a escola e que vão englobar inclusive a relação do professor com o aluno.
     Para poder analisar o desenvolvimento da criança, eu tenho que sair de um paradigma que olha a criança individualmente para olhar diferentes contextos.

     Abaixo segue um vídeo contando um pouco da história das meninas lobo que foi citada nesta vídeo-aula.



   

Módulo IV Educação Especial Vídeo-aula 19

Módulo IV - Semana 5 - Vídeo-aula 19

Prof. Ticiana Roriz

     O todo pela parte

     Estigma: é a situação do indivíduo que está inabilitado para a aceitação social plena.
   
                            


                                     

     Abaixo segue o vídeo que conta a história de Pedro e Tina.

 

   
     Esse vídeo nos faz refletir sobre as características que cada um tem, que são únicas de cada pessoa e que dependendo das circunstâncias ou situações podem ser exaltadas ou não.
     Nós gostamos ou não de algumas características que possuímos e também podemos admirar características de outras pessoas e não gostar também.
     A história nos mostra que podemos aprender com outras pessoas algumas características e saber lidar com as que não gostamos.
     É preciso que o professor consiga ver o aluno além da deficiência.

                                       

     A criança com necessidade especial deve frequentar a escola regular para entender que o mundo dela não é só de crianças com deficiência,  o mundo dela é também de pessoas que não possuem deficiência e quanto mais cedo a criança aprende a lidar com esse confronto, a lidar com essas situações que podem ser delicadas ou constrangedoras em alguns momentos e isso fará com que ela ganhe repertório para quando adolescente, quando adulta saber sair dessas situações e não se deprimir.


Módulo IV Profissão Docente Vídeo-aula 17 e 18

Módulo IV - Semana 5 - Vídeo-aula 17 e Vídeo-aula 18
Prof. Rosa Lavelbreg

     O professor e a cidade educadora - vídeo-aula 17
     A escola e as instituições culturais - vídeo-aula 18

     É de extrema importância conversar com os alunos sobre a história, a sociedade, o tempo, as mudanças e as permanências que ocorrem na cidade.
     Há muitos espaços na cidades que promovem o aprendizado do aluno e o professor deve orientar seus alunos para a pesquisa, levá-los para conhecer as obras de arte em Museus,espaços da cidade, grafites e arte arquitetônica. Orientar o aluno a observar e explorar todos os detalhes, instigar os alunos a perceberem o que é visível e o que não é visível.
     Propor trabalhos práticos e reflexivos orientando-os para que a aprendizagem seja consolidada. Incentivar os alunos para a pesquisa utilizando diferentes fontes históricas ( escritas, fotos, pinturas, músicas, desenhos, orais por meio de entrevistas com pessoas mais velhas, etc.).
   
Museu da Língua Portuguesa - Estação da Luz
   


       
Catedral de Brasília
   

Arte em Grafite
   
Arte Rupestre
     
     Na escola onde trabalho a professora de arte levou os alunos para um passeio pela escola a procura de terra, os alunos pegaram a terra e depois fizeram uma tinta.
     Para fazer a tinta utilizaram terra e cola líquida branca, após terem feito a tinta, eles a utilizaram em papel A4 de 40g  e pintaram com giz de cera colorido, fazendo um arco-íris de cores, depois espalharam a tinta com pincel e usaram um graveto de árvore, ou palito para churrasco e fizeram um  desenho Rupestre.
     Eu os acompanhei e percebi o quanto os alunos adoraram procurar uma terra vermelha, fabricar a própria tinta e ser o artista.
   


Módulo IV Educação Especial Vídeo-aula 16

Módulo IV - Semana 4 - Vídeo-aula 16
Prof. Lucia Tinós

     Trajetórias escolares de deficientes e a EJA: A questão do fracasso escolar

     A apresentação da pesquisa que evidencia e discute as múltiplas e conturbadas trajetórias de pessoas com necessidades especiais, que culminam com a busca pela Educação de Jovens e Adultos.
     

  .
         Segue o link da revista nova escola , onde mostra que a EJA passou por muitas mudanças e importantes conquistas na legislação nos últimos 25 anos, mas que é notório que nas agendas dos governantes ainda fica em segundo plano.

         EJA em segundo plano


     

     Abaixo segue um vídeo com um breve histórico da Educação de Jovens e Adultos, incluindo alguns relatos de estudantes da EJA e relato de Paulo Freire.


   
 
 
     Segue mais um vídeo que achei bastante pertinente ao assunto tratado nessa vídeo-aula, pois fala de alunos com necessidades especiais que chegam a Universidade e se deparam com mais obstáculos para dar continuidade aos estudos. Alguns alunos relatam o sucesso do curso e um aluno relata a sua dificuldade diante da falta de materiais necessários para a sua aprendizagem, como impressora em braille.

   

   
 

Módulo IV Educação Especial Vídeo-aula 15

Módulo IV - Semana 4 - Vídeo-aula 15
Prof. Kátia Amorim

     Como anda a educação especial no país?




     A educação inclusiva avançou bastante, porém ainda há muito o que fazer, pois as escolas mudaram os espaços físicos, colocando rampas, elevador, adaptando os banheiros para receber os alunos de inclusão, no entanto não há apenas alunos cadeirantes, há alunos com diversas necessidades especiais. Nas salas de aulas o professor recebe alunos com paralisia cerebral, deficiência auditiva, entre outras. Os professores ainda tem pouca informação ou "formação" para trabalhar com esses alunos.
     Na escola onde trabalho o pai do aluno precisou comprar uma cadeira adaptada para o seu filho que tem  paralisia cerebral e o corpinho do aluno precisa ficar preso na cadeira por um cinto de segurança e a professora oferece o próprio notebook para que o aluno faça as atividades.

     Abaixo segue o link do portal do MEC sobre a evolução da educação Especial no Brasil
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/brasil.pdf

Módulo IV Profissão Docente Vídeo-aula 14

Módulo IV - Semana 4 - Vídeo-aula 14
Prof. Silvia Colello

     Processos de aprendizagem e implicações para a prática docente


     Como se dá a construção do conhecimento?
     Os estudos de origem sócio-interacionista, liderados por Vygotsky,  mostra que a aprendizagem é tributária do contexto sócio cultural do sujeito. O modo como se aprende,  a motivação para aprender, os mecanismos, o uso que se faz dessa aprendizagem, todas são dependentes de diferentes realidades, de diferentes contextos socioculturais. Não dá para falar de uma aprendizagem escolar independente, completamente livre da origem dos sujeitos, da origem dos alunos, do contexto cultural.
     É na relação com o outro que que a gente começa a compreender o mundo e a viver as várias experiências do mundo.
   
 Abaixo segue a proposta sócio-interacionista da rede escolar SESI-SP: