sábado, 27 de abril de 2013

Módulo III Direitos Humanos Vídeo-aula 17

Módulo III - Semana 5 - Vídeo-aula 17
Prof. Aida Monteiro

     Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos   



     Essa aula apresenta o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, um documento que surge a partir do movimento no âmbito internacional e nacional.
     A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 surge após a Guerra Fria onde os Estados começaram a buscar alternativas para minimizar os conflitos e guerras, buscaram também a possibilidade de tratar a educação como direitos humanos.

     Abaixo segue um vídeo onde podemos ver o quanto é importante o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos.


     

Módulo III Convivência Democrática Vídeo-aula 16

Módulo III - Semana 4 - Vídeo-aula 16
Prof. Monica

     Encaminhamentos pedagógicos: blog no ensino de ciências

     Essa aula é uma continuidade da vídeo-aula 15 onde foi tratado das culturas juvenis e do papel da tecnocultura na formação de suas identidades.
     Essa vídeo-aula irá relatar a importância das tecnoculturas para as cultultras dos jovens e como utilizar essas ferramentas como prática pedagógica.
     Como já vimos a internet é o ambiente prioritário de grande parte dos jovens, nesse ambiente eles utilizam uma série de práticas: linguagens, expressam sentimentos, fazem produções e por conta disso são influenciados nas suas identidades.
     A escola precisa mapear as práticas dos jovens, aprender essas práticas com eles para conseguir estabelecer o diálogo.
     A prof. Monica relata um experiência realizada nas aulas de ciências do 9º ano do ensino fundamental, onde 6 classes cada uma de 30 a 40 alunos, o material da internet seguia em paralelo com o uso de ferramentas da Web 2.0 e a escolha para realização do projeto entre as mídias sociais foi o "Blog".
  
      De acordo com as pesquisas realizadas o blog produzia:
  • maior motivação;
  • a qualidade do texto produzido pelos alunos era muito melhor;
  • maior capacidade de análise
  • aprofundamento dos conhecimentos



     Essa vído-aula nos mostrou que podemos utilizar diversas mídias para complementar o nosso trabalho de ensino-aprendizagem, e que esses aproximam ainda mais professores e alunos, pois percebemos o envolvimento dos alunos nas atividades de forma prazerosa.


    

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Módulo III Convivência Democrática Vídeo-aula 15

Módulo III - Semana 4 - Vídeo-aula 15
Prof. Monica

     Produção da identidade/diferença: culturas juvenis e tecnocultura

     O que é juventude?
     É uma concepção natural ou cultural?
     Maturação ou produto das condições históricas e dos discursos?

     A juventude é uma concepção cultural porque é resultado das condições econômicas, políticas e culturais de acordo com cada época e local.


      Condições históricas e discursos

  • Elite na Grécia Antiga (direito ao ócio)
  • Invenção da infância no século XVII (separação das práticas de adultos e crianças)
  • Necessidades pós-revoluções industriais: são as necessidades para o mundo do trabalho (produção da juventude na classe média)/ vai além de aprrender a escrever, ler e contar. 
  • Entre 1945 a 1975 o crescimento econômico é concomitante com o crescimento das mídias que vão ditar  formas de ver o que é ser jovem e a partir daí ocorrem os processos de identificação.
     Padrões de identidade: Dominantes e as "Diferenças"





     Tecnocultura: a cultura juvenil urbana
    
     A "MTV" encomendou cinco dossiês desde 1999 e o último saiu em 2010, para verificar quais são os comportamentos dos jovens.
    E percebeu-se a grande importância que tem os aparelhos eletrônicos na vida deles.
    Em 1999, 15% a 20% tinha celular e internet, e utilizavam com frequência, já no dossiê de 2010, isso passou para mais de 90%.
   



    

Módulo III Direitos Humanos Vídeo-aula 14

Módulo III - Semana 4 - Vídeo-aula 14
Prof.Ana Maria Klein

     Dimensões da EDH

     Marcos da EDH:
  • Presente na Declaração Universal dos Direitos Humanos desde 1948, a prática efetiva da EDH começou com a Década das Nações Unidas para a educação em matéria de direitos humanos (1995-2005), PMEDH fase 1 Educação Básica.
  • No Brasil, Plano Nacional em Direitos Humanos (2003 e revisto em 2005) afirma o compromisso nacional sob a forma de políticas públicas com a EDH.
  • O Programa Nacional de Direitos Humanos, PNDH-3 tem um eixo dedicado à educação e cultura em direitos humanos.
  • Tramitando no Conselho Nacional de Educação as Diretrizes Nacionais de EDH, e as instituições de educação terão que desenvolver a Educação em Direitos Humanos.
     Dimensões da EDH:
  • Conhecimentos historicamente construídos sobre DH e a sua rela~çao com os contextos internacional, nacional e local.
  • Valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos.
  •  Desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos contextualizados.
  • Fortalecimento de práticas individuais e sociais que gerem ações e instrumentos em favor da promoção, da proteção e da defesa dos direitos humanos, bem como da reparação das violações.
   
    


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Módulo III Direitos Humanos Vídeo-aula 13

Módulo III - Semana 4 - Vídeo-aula 13
Prof. Nazaré Zenaide

     Histórico da EDH - documentos referência

 

    


Módulo III Convivência Democrática Vídeo-aula 12

Módulo III - Semana 3 - Vídeo-aula 12
Prof. Marcos Garcia

     Multiculturalismo: encaminhamentos Pedagógicos

     Currículo Multiculturalmente orientado: é um currículo mestiço.
  • Prestigia procedimentos democráticos;
  • Reflete criticamente sobre as práticas sociais;
  • Promove o entrecruzamento das culturas;    
  • Resiste a reprodução da ideologia dominante;
  • Questiona as relações de poder;
  • Promove a política das diferenças;
                  
     Prática Pedagógica:
  • Tematização : pegar um assunto e colocar sob análise, discutí-lo;
  •  Reconhecimento do patrimônio cultural da comunidade;
  • Hibridização discursiva: temos o discurso acadêmico, o científico, temos a experiência  dos alunos, temos o conhecimento do senso comum;
  • Mecanismos de diferenciação pedagógica: professores procuram organizar atividades que valorizam repertórios dos alunos de forma diferente;
  • Pedagogia do dissenso: a sala de aula como encontro de posicionamentos;
  • Concepção metodológica dialética: troca de significados diferentes;
  • Abordagem etnográfica: significa olhar para o tema que está sendo trabalhado e tentar encontrar as suas origens, e nas suas origens porque determinadas marcas estão presentes;
  • Registro: pelo registro garantimos o percurso, que observamos a documentação e percebemos se estamos caminhando numa direção ou em outra. Podemos perceber se o caminho que optamos é o caminho que vai nos permitir alcaçar os objetivos inicialmente planejados, ou se temos que fazer alguma mudança. O registro também nos permite avaliar o processo.
            

Módulo III Convivência Democrática Vídeo-aula 11

Módulo III - Semana 3 - Vídeo-aula 11
Prof. Marcos Garcia

     Políticas culturais, multiculturalismo e currículo

    A pesquisadora Ana Pereira define políticas culturais como:

     Políticas Culturais Segregacionista: Quando entra em ação, elas vão posicionando as pessoas segundo sua características em determinados lugares. Dependendo do grupo que se pertence pode ou não estar lá:
     Ex: em algumas escolas, em algumas instituições, em alguns lugares que às vezes você entre de automóvel no estacionamento e está uma placa: "vagas reservadas para..." diretores, ruas particulares que só são permitidos estacionamento e circulação de automóveis pelos moradores.
     Políticas Culturais Assimilacionistas: Os significados atribuidos por determinados grupos, são mais interessantes, são corretos, são a identidade, enquanto que os significados atribídos por outros grupos são menos importantes, são ruins, são a diferença, não são os significados corretos.
     Ex: Alunos que são vistos como indisciplinados, alguns programas de televisão.
     Politicas Culturais Integracionistas: São as que enxergam as diferenças e procuram trazer essas diferenças preservando os significados que esses grupos possuem e trazê-los para o convívio com os demais.

     Peter Maclaren classifica multiculturalismo como:

     Conservador ou monocultural: A cultura da qual ele é representante é a cultura verdadeira. É a cultura mais importante, é a cultura que precisa ser colocada em ação.
     Liberal: Num espaço marcado pela diversidade cultural onde existem várias culturas, o que nos iguala, somos todos pertencentes a uma mesma humanidade que nos aproxima, e as culturas que sobrviverão, serão aquelas que têm mais condições.
     Pluralista: As pessoas possuem identidades culturais diferentes, os grupos têm marcadores culturais diferentes, numa sociedade democrática todos precisam se expressar, então cria-se espaços para essas pessoas se expressem. Se não colocar embate, discussão e reflexão eu não saio da minha posição, eu tenho minha cultura e ele tem a dele.
     Essencialista de esquerda: Os grupos vantajosos manipulavam suas experiências, os seus produtos para garantir as suas condições de vantagens, os grupos oprimidos eram intrinsecamente oprimidos nas relações. Todos somos híbridos, em algum momento ocupamos posição de vantagem e em algum momento ocupamos momento de desvantagem. Ninguém é o tempo inteiro oprimido e ninguém é o tempo inteiro opressor.
     Crítico ou intercultural: Ele vai valoriza as diferenças e vai reconhecer que os grupos atribuem significados diferenças às coisas do mundo, só que não vai ficar apenas no reconhecimento. Vai promover experiências de encontro entre as diferenças, de encontro entre os grupos, para que as pessoas possam enxergar como os outros são também, nos vários  pontos, e para que as pessoas possam também compreender quais foram as forças que atuaram para posicionar um grupo de uma maneira, e outro grupo de outra maneira. Não se trata simplesmente de trabalhar o dia da consciência negra, o dia do índio, é fazer também atividades que façam com que as crianças, os jovens entendam quais foram as forças que atuaram para posicionar as mulheres, os idosos, os negros, índios em posições desvantajosas.

     Currículo: O currículo é entendido como toda a experiência propota pela escola, ou a partir da escola. Lição de casa é currículo, usar ou não usar uniforme é currículo, aulas, conteúdos, recreio, todas essas experiências constituem o currículo. (Segundo Drº da Silva)
     Quais critérios são empregados para selecionar temas, conteúdos, exemplos ou atividades?
     Currículo - texto: ao selecionar temas, conteúdos, exemplos e atividades para se desenvolver junto aos alunos, o professor está apresentando uma certa experi~encia cultural que vai posicionando os alunos com relação às coisas do mundo.
     Decisão curricular - ato político: Toda a ação de elaborar a atividade, selecionar o conteúdo, tem que ser uma ação bastante pensada porque estará posicionando as pessoas de uma certa maneira ou outra.
     Currículos conservadores: vão posicionando as pessoas com relação as coisas do mundo de uma forma a tentar manter as coisas como elas estão.
     Currículos assimilacionista: convencer as crianças a uma única e possível maneira de ser.
     Currículos interculturais ou críticos: que reconheçam a diversidade, que trabalhem com diversidade cultural.